Salvação: fé e obras

8 08 2011

Do site do ir. Joel Spina:

Existem denominações cristãs que ainda ensinam que o direito a salvação e a vida eterna nos céus é obtida atraves de dois requisitos:

1. Crer em Jesus Cristo – seu sacrificio e resurreição – e aceita-lo como perdoador, redentor e salvador pessoal; e

2. Praticar boas obras durante a vida nesta terra.

O apóstolo Paulo explica esta doutrina bem objetivamente em sua carta aos gálatas. Os cristãos do sul da Galacia (Antioquia da Psídia, Icônio, Listra, e Derbe, parte da atual Turquia) eram instáveis, como demonstrado em Listra, quando o mesmo grupo que ao ouvir a pregação de Paulo quis adorá-lo pela manhã, e depois de algumas horas tentou apedrejá-lo, na mesma noite (Atos 14:6-21). Após a partida de Paulo da Galácia em sua primeira viagem missionária, judeus de Jerusalem vieram a região e começaram a pregar que para cristãos receberem e manterem a salvação deveriam praticar obras de acordo com a Lei. Para confirmar sua reputação, esses pregadores judeus enfatizavam que eram provenientes de Jerusalem, uma das primeiras igrejas cristãs, e base de vários apóstolos. Em resposta a essa falsa doutrina, Paulo explicou vários pontos que estabeleceram a fundação doutrinária para os gálatas, e para todos os cristãos:

1. O que concede salvação e vida eterna ao homen é a fé em Jesus Cristo, e somente a fé (Gal 3:1-5);

2. Fé sempre foi o elemento essencial para salvação, mesmo no Velho Testamento: “Assim como Abraão creu a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça” (Gal 3:6 JFAA, veja também Heb 11:8-10); devemos lembrar também que Abrão viveu aproximadamente 450 anos antes da lei ser dada a Moisés;

3. O objetivo da Lei nunca foi de salvar, de justificar: “pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou…” (Heb 7:19 JFAA, veja também Gal 3:11, Hab 2:4, Rom 1:17, Heb 10:38);

4. A Lei foi dada para trazer o povo a Jesus Cristo. “Mas, antes que viesse a fé, estávamos guardados debaixo da lei, encerrados para aquela fé que se havia de revelar” (Gal 3:23 JFAA). A Lei funcionou como um tutor, enquanto esperávamos pela maioridade espiritual do ser humano e pela fé, que seriam dadas aos judeus e gentios através da semente de Abrão, Jesus Cristo (Gal 3:15-29);

5. Nenhum ser humano pode agradar a Deus (e consequentement obter e manter a salvação) por obras da Lei; a carne tem uma natureza pecadora que só pode ser controlada pelo Espírito Santo naqueles que realmente creram; e, o ponto mais importante:

6. Se salvação e vida eterna pudessem ser alcançadas pelas obras da Lei, o sacrifício de Jesus Cristo na cruz teria sido em vão.

Por estas razões aqueles que pregam que salvação pelas obras da Lei pode, ainda que parcialmente, ganhar ou manter o direito a vida eterna nos céus – legalistas – estão pregando um evangelho diferente, pervertem o evangelho, e são anátemas (Gal 1:7-9). Além disso, se os pregadores na Galácia baseavam a sua credibilidade e reputação na suas origens em Jerusalem, Paulo recebeu o testemunho e a Graça pessoalmenete de Jesus Cristo, no caminho de Damasco (Gal 1:12, Atos 9).

Alguns cristãos podem propor que a aceitação deste ponto de doutrina extenderia aos crentes a liberdade de viver no pecado, e ter uma existência sem necessariamente produzir bons frutos. Esta conclusão simplesmente nega a obra efetiva do Espírito Santo.

Os que realmente creem e aceitam o Senhor como Salvador produzem frutos de honra e glória a Êle. O mesmo Santo Espírito que traz a fé e a graça na vida de uma pessoa também transforma essa vida, e provê as condições para que se produza frutos de honra e glória a Deus. Êsses frutos não são mais produzidos pela força da Lei, mas sim pelo amor que habita nos corações dos que creem.

Aos que ainda não concordam com o apóstolo Paulo, e ainda creem que quanto mais “boas obras” produzirmos, maior a probabilidade de alcançar a vida eterna, o Senhor Jesus nos deixou uma parábola que – uma vez mais – nega essa falsa doutrina: em Mateus 20:1-16 encontramos a parábola dos trabalhadores da vinha, onde o pagamento não foi proporcional a quantidade de trabalho. Aos trabalhadores que murmuravam por terem todos recebido o mesmo salário, o proprietário respondeu: “Não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?” (Mat 20:15 JFAA).

A próxima vez que um pregador exortar que “…devemos nos esforçar para alcançarmos a vida eterna…” seja um bom irmão na fé, e explique ao pregador o êrro serissimo dessa mensagem. Se você não se sentir em condições de discutir êste ponto, faça uma cópia deste tópico e, no amor do Senhor, entregue a ele…

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4 responses

8 08 2011
Hélio

A respeito das obras da Lei, é importante salientar que o termo se refere a qualquer obra da Lei contida tanto no decálogo quanto nos 613 mandamentos dados por Deus ao teu servo Moisés.

O Evangelho não nos isenta de praticar a Lei de Deus, de andar em seus estatutos, de não mentir, não adulterar, não cobiçar, não dar falso testemunho, honrar pai e mãe, etc, no entanto o homem que presume ser achado justo diante de Deus pelas obras da Lei (qualquer uma delas), na prática das mesmas, estará obrigado a guardar TODA A LEI, cada item em específico, sem tropeçar em nenhum ponto sequer em toda a sua vida, caso contrário será achado injusto e a pena para o injusto é uma só, morte.

A salvação por méritos, por obras, é um veneno para a igreja, haja visto criar pessoas vaidosas que negam veemente a suficiência do sacrifício de Cristo em salvar e justificar o pecador.

A graça de Deus nos livra da maldição da Lei (morte) e tem poder o suficiente de nos enquadrar na mesma em amor, e não em fardos pesados cheio de legalismo que tolhe a nossa liberdade cristã que temos diante de Deus.

Cumprimos a Lei em Cristo, nEle, e por Ele.

Deus abençõe

16 08 2011
Juliano Rosa

Perfeito, Helio.

Na paz de Deus.

1 03 2012
gerson

Por que batizamos crianças?
Batizamos crianças porque:
Jesus ordenou: Mt 28.19 e Mc 16.15 e 16. Crianças fazem parte de uma nação e são criaturas.

1. Têm pecado (Rm 3.23), nascem em pecado (Sl 51.5) e são por natureza filhos da ira (Ef 2.3). Assim sendo, necessitam da graça de Deus, da regeneração e do perdão. Que crianças têm pecado prova-se no fato delas morrerem, pois “o salário do pecado é a morte” Rm 5.12 e 6.23.

2. São carne, nascidas da carne (Jo 3.6) e, como tais, perdidas no pecado, pois “carne e sangue não podem herdar o reino de Deus” (1Co 15.50); precisando, por isso, primeiro “nascer da água e do Espírito” Jo 3.5.

3. Em circunstâncias normais a regeneração só pode ser efetuada na criança através do Batismo (Jo 3.5 e 6 e Ef 5.26). De acordo com a primeira passagem ninguém que despreza o batismo pode ser salvo.

4. O batismo tomou o lugar da circuncisão (Cl 2.11 e 12), que era uma aliança eterna (Gn 17.7); e no Antigo Testamento as crianças eram circuncidadas com apenas 8 dias de idade.

5. O Novo Testamento e a história comprovam que a igreja cristã sempre batizou crianças, desde os tempos apostólicos.

6. Jesus pediu que lhe trouxessem as crianças (Mt 19.14), pois é da Sua vontade que também elas sejam regeneradas e salvas (Mt 18.14).

7. A promessa do batismo é também para elas (At 2.39), assim como a circuncisão o era para as de outrora.

Considerações gerais:

Pelas passagens acima se vê, claramente, de que há uma necessidade muito grande da criança ser batizada, pois, sendo ela pecadora, nascida da carne (e carne e sangue não podem herdar o reino de Deus), inimiga de Deus – ela precisa de um Meio de Graça para ser purificada do pecado, nascer de novo e tornar-se filha de Deus. E pelo que sabemos, só há dos meios disso acontecer, isto é, de Deus operar a fé: Palavra de Deus e Sacramentos (Batismo e Santa Ceia). Rm 10.16,17 e Jo 3.5,6. Ora, sabemos que a criança não está em condições de ouvir a Palavra de Deus, para que nela se opere a fé. Resta o Batismo. Por isso diz Pedro: “Agora vos salva o Batismo” (1 Pe 3.21), “pois para vós é a promessa e para os vossos filhos” (At 2.39). Ora, se o batismo salva então quer dizer que opera a fé, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). Por isso Jesus pede aos Seus seguidores que Lhe tragam as crianças (Mt 19.14) para que recebam o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo (Tt 3.5).

O problema todo dos que negam o batismo infantil está no fato deles acharem que o homem precisa fazer alguma coisa para se salvar, que é o homem quem se converte, quem escolhe a Deus e a hora de sua conversão – e que a criança está impossibilitada disso. Mas vejam o que dizem as seguintes passagens bíblicas a respeito: Ef 2.8 e 9; Jr 32.18; Jo 6.44; 15.16; 1Co 2.14; e Ef 1.1 e 5.

Mais uma coisa: Esses que tanto falam contra o batismo infantil nem batismo têm. Para eles o batismo é um mero símbolo, um meio de se passar para a igreja e nada mais. Pois jogam o essencial fora e ficam só com a casca. Vejam as seguintes passagens bíblicas se o batismo é apenas um simples ritual ou Meio poderoso de Graça pelo qual Deus nos oferece a salvação eterna (1 Pe 3.21 e Mc 16.16), lava e purifica dos pecados (At 22.16 e Ef 5.25 e 26), concede remissão dos pecados (At 2.38), regenera (Tt 3.5), reveste da justiça de Cristo (Gl 3.26,27) e confere o Dom do Espírito Santo (At 2.38).

Pois é, essa gente antes de discutir sobre o batismo infantil deveriam primeiro aprender o que é o batismo, qual é o seu valor! … O simples fato de se tornar a batizar uma pessoa que já foi batizada, todas as vezes que muda de igreja, já mostra que não entendem nada de batismo, pois, de acordo com a Bíblia, o batismo é um só (Ef 4.5), e não 2, 3, 4 … de acordo com o número de igrejas! …

Respondendo objeções:

Afirmam os que negam o batismo infantil que crianças não podem ser batizadas pois não sabem nada. Perguntamos: E na circuncisão, quando se fazia a promessa de pertencer ao povo de Deus e cumprir a Sua aliança (Gn 17.9), sabiam elas o que estavam fazendo? Pois diz Paulo em Cl 2.11 e 12 que o batismo tomou o lugar da circuncisão.

Afirmam ainda que crianças não podem crer, e para receber o batismo é preciso ter fé (baseando-se em Mc 16.16, onde não diz nada disso). Pois concordemos com esta afirmação. Conseqüência: Condenação eterna, pois “quem não crer será condenado” (Mc 16.16) e “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). Mas Cristo diz em Mt 18.6 e Mc 9.42 que crianças podem crer. Não sabemos como é essa fé, como também não sabemos como uma pessoa que está dormindo, anestesiada ou inconsciente pode continuar a crer. Temos, porém, que aceitar as palavras de Jesus! Nicodemos também não podia entender como isso era possível, mas Jesus lhe fez ver que isso não era obra Sua, mas do Espírito de Deus (Jo 3.4 a 9) e que para Deus não há nada impossível (Lc 1.37; 18.27).

Afirmam igualmente que as crianças não necessitam de fé, nem de regeneração, nem do perdão dos pecados e nem do batismo – porque “dos tais é o reino dos céus”. Já vimos que crianças têm pecado, nascem em pecado, são carne nascidas da carne e por natureza inimigas de Deus. Queremos apenas dizer que, estas crianças das quais Jesus disse ser o reino dos céus estavam sob o antigo concerto, debaixo da graça da circuncisão, eram circuncidadas (Gn 17.9 a 14), e que, além disso, eram trazidas a Ele.

Afirmam, finalmente, que não há nenhum mandamento explícito de se batizar crianças. Respondemos: Nem que o proíbe! E se não há para crianças também não há para adultos, pois, se crianças não fazem parte “de todas as nações” os adultos também não. E onde há um mandamento explícito de se dar Santa Ceia às mulheres?! Contudo dão – nós também!

O batismo infantil na história:

As seguintes passagens mostram que sempre foi costume da Igreja cristã batizar crianças: At 10.44 a 48; 16.15 e 32; 18.8 e 1Co 1.16. Sabemos que os judeus, a exemplo dos japoneses, sempre tinham a casa cheia de filhos, pois tinham-nos como uma bênção de Deus. Será que não haviam crianças nestas casas?!

A Igreja cristã sempre batizou crianças, desde os tempos apostólicos. A confusão começou no século XVI com o surgimento dos anabatistas que começaram a se opor ao batismo de crianças afirmando que elas não podiam crer e que não tinham necessidade de serem regeneradas visto não terem pecado, o que é uma grande mentira!

As seguintes afirmações de grandes autoridades bíblicas provam o que dissemos: Que a igreja sempre batizou crianças:

Irineu, nascido em 97 d.C., discípulo de Policarpo (convertido pelo apóstolo João), escreve: “A igreja aprendeu dos apóstolos a ministrar o batismo às crianças”. Irineu: Contra as Heresias, vol. 2.

Justino Mártir, que chegou a ver o apóstolo João, escreve: “Cristãos de ambos os sexos, alguns de 60, outros de 70 anos de idade se tornaram discípulos pelo batismo desde a infância”. Justino: Apologia, vol. 1.

Orígenes, que viveu 85 anos depois da morte do apóstolo João, escreve: “Visto que o batismo é para perdão dos pecados, as crianças também são batizadas de acordo com o costume da igreja”. Wal, vol. 1, p. 104.

Hermas, mencionado por Paulo em Rm 16.14, fala de crianças que receberam o selo do batismo, nestas palavras: “Ora, esse selo é a água do batismo”.

Clemente, mencionado em Fp 4.3, aconselha aos pais: “Batizai vossos filhos e criai os na disciplina e correção do Senhor”.

Agostinho diz: “Desde a antigüidade a igreja tem observado o batismo infantil”.

A primeira versão do NT, denominada Peshita Siríaca, publicada logo após a era apostólica, traduz At 16.15 da seguinte maneira: “Ela (Lídia) foi batizada e as crianças da sua casa”.

Pelágio, contemporâneo de Agostinho, um grande conhecedor da era apostólica, escreve: “Difamam-se como se eu negasse o sacramento do batismo às crianças. Jamais ouvi dizer, nem mesmo de um herético ímpio, que crianças não devem ser batizadas. Pois não há ninguém tão ignorante do escrito evangélico a ponto de ter essa opinião”.

Conclusão:

Pelo que se viu está claro de que o batismo infantil é bíblico, salutar e necessário. Façamos apenas, para terminar, um raciocínio lógico que vai dar o que pensar aos que negam o batismo às crianças:

Suponhamos que o batismo infantil estivesse errado (e vimos que não é): Não estaríamos correndo nenhum risco, pois, embora o batismo seja imprescindível às crianças para a salvação não o é para o adulto, visto que neste a fé pode ser operada através da Palavra – desde que não haja desprezo para com o batismo – e batizando crianças estamos lhe dando o devido valor.

Suponhamos agora que é bíblico, necessário e indispensável batizar crianças (como de fato o é); que risco não estão correndo os que negam o batismo aos filhos?! … Isso tudo, só por causa de sua negligência ou irresponsabilidade, ignorância e cabeçudice.

Prezados pais, não deixem que ninguém lhes encha a cabeça dizendo que não se deve batizar crianças, colocando assim em risco a salvação dos seus filhos. Mas tragam-nos o quanto antes ao batismo, em obediência à ordem de Cristo (Mt 28.19; Mt 19.14), para que recebam logo o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo (Tt 3.5).

Reverendo Lindolfo Pieper
Pastor luterano da IELB

Fonte: http://www.sermoesluteranos.blogspot.com

20 03 2013
Cristão Ortodoxo

Hereges neo-agostinianos, temos que interpretar as escrituras num todo. Tanto as cartas de Paulo(fé) como a de Tiago retrata uma fé consubstanciada com as obras. Quem tem Fé em Jesus Cristo pratica boas obras de forma automática. Se alguém não tem obras de um Cristão e diz ter fé se faz mentiroso. Temos exemplos perfeitos nos cristãos do seculo I e II que interpretavam muito bem o que é Fé e obras. Melhores que estes só temos as escrituras sagradas, porque tanto o Bispo agostinho como o monge Lutero desprezaram as escrituras e os escritos dos primeiros cristãos para fundamentar suas teorias gnósticas absurdas.

Por conseguinte, por temor a coisa semelhante, nós devemos manter inalterada a regra da fé, e cumprir os mandamentos de Deus acreditando em Ele, temendo-lhe como a Senhor e amando-lhe como a Pai. Portanto, um comportamento deste estilo é uma conquista da fé, pois, como diz Isaías: Se não creem não compreenderão; a fé se nos concede pela verdade, pois a fé se fundamenta na verdade. Irineu (180 d.C.)

A vida dos cristãos, que agora ensinamos, consiste num conjunto de ações racionais, a prática perseverante do que nos ensina Cristo e que nós chamamos fé. Clemente de Alexandria (195 d.C.)

Os gentis, pela fé em Cristo, preparam para si a vida eterna mediante as boas obras. Hipólito (200 d.C.)

Eu acostumava inquirir o que tinham dito Andrés, Felipe, Tomás, Jacob, João, Mateus ou qualquer outro dos discípulos do Senhor, e o que estão dizendo Aristión e o ancião João, os discípulos do Senhor. Porque os livros para ler não me aproveitam tanto como a viva voz ressoando claramente no dia de hoje em (a pessoa de) seus autores. Papías (120 d.C.)

Lembrem-se, alguns deles ouviram as sagradas palavras da boca de algum discípulo de Cristo.

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